Referências

    Com o intuito  de entender melhor as CAUSAS DA SINISTRALIDADE PEDONAL EM PORTUGAL E MEDIDAS PARA A SUA REDUÇÃO, iniciei  uma pesquisa  apenas para procurar respostas e ter  referências que me possam vir ajudar no desenvolvimento do projecto. Só depois de isto estar bem compreendido e eu me encontrar siente da triste e grave realidade e ter respostas a todos os “porkês” e causas é que iniciarei o passo seguinte do projecto. 

 

[1] Road safety evolution in EU. CARE – Community database on Accidents on the Roads in

     Europe. Base de dados da Comissão Europeia sobre acidentes de viação. Dezembro de

     2007.

[2] Projecto SafetyNet, Traffic Safety Basic Facts 2006 – Main Figures, European Road Safety

     Observatory

     (www.erso.eu), 2006.

[3] Ministério da Administração Interna, Conselho Nacional de Prevenção Rodoviária, “Plano

     Nacional de Prevenção Rodoviária”, 2003.

[4] Comissão Europeia, Livro Branco — A Política Europeia de Transportes no Horizonte 2010:

     a Hora das Opções, Serviço das Publicações Oficiais das Comunidades Europeias,

     Luxemburgo, 2001.

[5] Ministério da Administração Interna, Direcção-Geral de Viação, Observatório da Segurança

     Rodoviária, “Sinistralidade Rodoviária – Elementos Estatísticos 2006”, Março de 2007.

[6] Base de Dados detalhada da Direcção-Geral de Viação (DGV) sobre a sinistralidade em

     Portugal Continental no ano de 2006.

[7] S. Datentechnik, PC-Crash: A Simulation program for Vehicle Accidents. Technical Manual,

     Version 7.3, Linz, Austria, 2005.

[8] TNO, Madymo v6.2 Theory Manual, Delft, Junho 2004.

[9] D.P. Wood e C.K. Simms, “Confidence limits for impact speed estimation from pedestrian

     projection distance”, International Journal of Crashworthiness, Vol. 9(2), pp. 219-228,

     (2004).

[10] J.J. Eubanks e W.R.R. Haight, “Pedestrian Involved Traffic Collision Reconstruction

      Methodology”. Society of Automotive Engineer. Paper 921591, (1992).

[11] P.M. Lima e J.P. Dias, VEDP – Uma Ferramenta Computacional para a Determinação da

      Velocidade de Embate a partir da Distância de Projecção em Atropelamento, Relatório IDMEC 264/3, (2005).

[12] A. Moser (DSD), H. Steffan (Graz University of Technology), H. Hoschopf (DSD) and G.

       Kasanicky

(USI-Žilina, Slovakia), Validation of the PC -Crash Pedestrian Model, SAE 2000-01-0847,

       2000.

[13] T. Alves, “Análise biomecânica de lesões em reconstituições de acidentes rodoviários”,

      Projecto de fim de curso em Engenharia Mecânica, Instituto Superior Técnico, Novembro de 2005.

[14] European Enhanced Vehicle-safety Commite, EEVC Working Group 10 Report – Proposals

      for methods to evaluate pedestrian protection for passanger cars, 1994.

[15] European Enhanced Vehicle-safety Commite, EEVC Working Group 17 Report – Improved

      Test Methods to Evaluate Pedestrian Protection Afforded by Passanger Cars, 2002.

[16] H. Paula, “Sinistralidade pedonal: proposta de medidas preventivas e reconstituição

      computacional de atropelamentos ”, Projecto de fim de curso em Engenharia Mecânica, Instituto Superior Técnico, 2005.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
 

 

 

 

 

 

 

 

 

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